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Mostrando postagens de Abril, 2017

Novo sistema de identidade única: como funcionará?

Uma questão antiga foi aprovada pelo Senado Federal e pela Câmara dos Deputados. Um projeto de lei cria um documento único para cada brasileiro e deverá substituir o RG, o CPF, o título de eleitor e outros registros.
A proposta tramita no Congresso desde 2015, mas a polêmica é bem anterior. A primeira identificação unificada foi pensada em 1997, com uma lei aprovada por Fernando Henrique Cardoso.
Entenda como esse novo sistema deverá funcionar e quem será responsável pela sua implementação, caso o texto seja sancionado pelo presidente Michel Temer:
Atualmente, os brasileiros têm que fazer vários documentos:

A ideia é unificar esses documentos no DIN (Documento de Identificação Nacional)
Como deverá funcionar? O CPF será usado como base para a identificação do cidadão e será associado a um dado biométrico colhido eletronicamente. Com isso, não será mais necessário apresentar os outros documentos.

O documento poderá ser emitido pela Justiça Eleitoral e outros órgãos, caso o TSE autorize. A imp…

Você sabe como enfrentar a Baleia Azul?

Muito mais do que os efeitos propriamente ditos, a onda de boatos em torno do “jogo” vem transformando fatos ainda não comprovados e em fase de investigação numa verdadeira Lenda Urbana Cibernética. Verdade seja dita, o tema tem aterrorizado muito mais os pais do que os próprios adolescentes, vítimas em potencial. Independentemente de ser real ou não ou de ter a dimensão propagada, a onda provocada pelo rastro desta baleia alerta para a necessidade de uma atenção especial a todos que lidam com esta faixa etária, inclusive nós professores.
Alguns colégios começam a discutir o tema em conselhos de classe ou em reuniões extras com profissionais da educação e pais de alunos. Outros têm optado por enviar circulares e notificações para os responsáveis avisando da necessidade de lidarem com a temática em casa e arriscando orientações de como agir e conversar com os filhos. Porém, a iniciativa ainda é muito tímida, até mesmo por falta de informações concretas.
Na realidade a maioria dos profiss…

Mudanças que mexem com as nossas bases

Outro dia eu conversava com uma colega que é apresentadora de um programa em um canal de TV educativa. Por causa de sua profissão, ela viaja por diferentes trechos do Brasil para conhecer as necessidades e realidades das escolas em que a formação de professores é precária, sendo a escola e os professores impedidos (por falta de condições de conhecimento) de discutir, quem dirá elencar uma base curricular que lhes dê os nortes para a escolarização e o desenvolvimento dos alunos. Essa realidade é mais comum do que podemos imaginar. Entram em jogo as políticas de formação docente, que não são o nosso foco neste texto.
De outro lado, durante anos a área da Educação, de forma geral, discutiu a pertinência ou não de uma Base Nacional Comum Curricular, de uma base chamada de “oficial”, que funcionasse como referência obrigatória para a elaboração dos currículos nos Estados, nos Municípios, na rede federal e nas escolas particulares, estabelecendo o ponto aonde se quer chegar, enquanto os curr…

A construção da imagem de Tiradentes

Uma abordagem básica possivelmente revelará que Tiradentes é o herói preferido dos brasileiros, ficando à frente de nomes de grande apelo popular, como o líder Zumbi dos Palmares ou o arrojado D. Pedro I. Apesar de a história popularmente divulgada do Mártir da Inconfidência estar repleta de elementos de valor universal, como os ideais de liberdade e justiça, o fato é que a boa imagem do inconfidente é fruto da tentativa de acomodar esse momento da história aos objetivos de quem esteve nas proximidades do poder.
Foi na República que a imagem de Tiradentes começa a ser trabalhada de forma consciente e intencional. O movimento militar, de base positivista, que derrubou a Monarquia tinha em mente o objetivo bem explícito de atuar no imaginário da população, reduzindo a influência que o sistema colonial imprimira ao longo de mais de três séculos. Tiradentes era alferes, lutava pela instalação de um regime republicano e único condenado à morte na conspiração. Elementos, portanto, bastante i…

Pais e professores, o que os índices indicam?

Brasil – 79º lugar no IDH, 9º em economia mundial, 66ª posição no PISA,em MATEMÁTICA. Qual é a nossa posição nessa história?
O Brasil é o país que ocupa a 79ª posição no IDH – Índice de Desenvolvimento Humano (dados de 2015), e é o 9º EM ECONOMIA MUNDIAL (dados do Fundo Monetário Internacional, 2015). Dentre os setenta países que participaram do Programme for International Student Assessment(PISA), o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Matemática, Leitura e Ciências), ocupamos a posição 63ª em CIÊNCIAS, 59ª em LEITURA e 66ª em MATEMÁTICA.
Você imagina que haja uma relação direta entre o IDH do Brasil (79ª posição), os resultados do PISA e a posição na economia (9ª)?
Nada é tão simples quanto parece. Há um mar de aspectos e influências que circundam cada um desses índices apresentados. Embora o objetivo com este texto não seja analisar todos eles, a relação foi estabelecida para que, como profissionais da área de educação e como pais, abramos os nossos olhos para os índices…

Campanha contra a gripe vai vacinar professores a partir dessa segunda-feira

Começa hoje (17/04) a 19ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. Pela primeira vez, os professores, tanto da rede pública como da privada, poderão se vacinar contra a gripe.
A ação ocorrerá no âmbito do Programa Saúde na Escola, que prevê o acompanhamento e a regularização das coberturas vacinais da população. A mobilização seguirá em todo o país até 26 de maio, sendo que dia 13 será a mobilização nacional.
Integram o público-alvo da campanha pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis meses a menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias) e professores das redes pública e privada, entre outros.
– Além disso, também constituem o público-alvo adolescentes de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas, como os jovens do Degase – informou o secretário de Estado de Educação, Wagner Victer.
A escolha dos grupos prioritários segue recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado de Saúde.

Para mais informações, acesse: ht…