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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

O ser humano ganha um novo órgão


























Pois é, professor, vamos ter que rever nossas aulas de Ciências na hora de ensinar nesse ano letivo. Por mais incrível que pareça, o ser humano ganha mais um órgão!

Não… Ele não surgiu de repente… O mesentério já era um velho conhecido. A primeira menção de sua existência foi declarada por ninguém menos que Leonardo da Vinci em um de seus escritos sobre anatomia humana no século XVI. Porém foi menosprezado todo esse tempo e só agora foi elevado à categoria de órgão humano. Antes, era visto como um simples ligamento do aparelho digestivo, formado por estruturas segmentadas. Era uma parte do corpo tão desprezada, que quase não aparecia nos diagramas clássicos do aparelho digestivo.

Mesentério Leonardo da Vinci

Foram seis anos para confirmar que o mesentério é um órgão único e contínuo. Os cientistas pretendem entender melhor sua função e avançar no conhecimento a fim de curar alguns problemas considerados misteriosos, como, por exemplo, casos de dores abdominais.

Os estudantes de medicina já começam a aprender sobre o mesentério nas universidades, incluindo-o na lista dos quase 80 órgãos do corpo humano, abrindo portas para a criação de um ramo específico no assunto, a ciência mesentérica. Bacana, não é?



O pesquisador J. Calvin Coffey, da Universidade de Limerick, na Irlanda, mostra que, apesar de o mesentério ser de conhecimento científico há mais de 100 anos, sua descrição anatômica não era igual à que temos hoje. O mesentério é uma dobra dupla do peritônio – como se chama o revestimento da cavidade abdominal – que une o intestino com a parede do abdômen e permite que ele se mantenha no lugar.

Fontes:


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